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Como o Taping Compressivo ajuda no pós-operatório



O taping é um método por meio de fitas adesivas que ajudam no pós-operatório de cirurgias plásticas, oncológicas, pós-cesáreas, ortognáticas e vasculares. Conhecido por suas fitas coloridas, o taping pode ser utilizado de duas formas: compressão ou linfática.


A técnica criada no Japão, nos anos 1970, pelo quiropraxista Kenzo Kaze, serve para auxiliar no tratamento de lesões ao exercer pressão e força sobre músculos e articulações, promovendo maior estabilidade.


Entretanto, vamos apenas tratar, neste texto, do uso no pós-operatórios em cirurgias plásticas e sua importância para uma recuperação tranquila e desejada.


Por que é importante usar o taping no pós-operatório?

Ao utilizar a aplicação do taping compressivo, em cirurgias plásticas, por exemplo, as fitas têm como objetivo reduzir o espaço morto gerado pelo trauma cirúrgico e aproximar/conter o tecido. Com a aplicação das fitas, toda a região operada passa a ser contida e dessa forma os resultados de cicatrização são surpreendentes.

Além disso, o taping comprensivo ajuda:

  • A melhorar a função Linfática, reduzindo edemas proporcionados pela cirurgia;

  • Alivia a dor, através do sistema analgésico que ocorre pela estimulação sensorial dos receptores mecânicos da pele;

  • Melhora de hematomas e cicatrizes.

Lembrando que o uso do taping não substitui o uso do modelador, ambos podem ser utilizados de forma conjunta.


Taping Intraoperatório, compensa?

O taping compressivo pode ser utilizado intraoperatório e pós-operatório. A aplicação intra-operatório é realizada ainda no centro cirúrgico, e é uma excelente alternativa para minimizar o edema (inchaço) e evitar as equimoses (presença de áreas roxas).


Já sua aplicação no pós-operatório tem como objetivo o tratamento coadjuvante para acelerar a resolução do inchaço e reabsorção das equimoses, prevenir que os pontos abram por tensão exacerbada das cicatrizes, prevenção de alargamento de cicatrizes, prevenção de cicatriz hipertrófica e ainda após punção do seroma.


Ou seja, é recomendado fazer os dois para ter uma rapidez e uma recuperação tranquila e com um resultado resolutivo.


Posso utilizar o taping no pós-operatório, sem ter feito o intraoperatório?

Pode! Porém, nessa situação, o taping compressivo será utilizado como tratamento coadjuvante. Terá resultados resolutos, sim. Mas o indicado é conversar com seu cirurgião e ver qual a melhor opção para você e sua cirurgia.


A cor do taping importa?

Não! No mercado, há muitas variedades de cores do taping, e vários pacientes ficam em dúvida sobre qual cor é melhor. Mas, vale levar em consideração que independente da cor, a tensão e do material é a mesma.


E, não se esqueça que a aplicação deve ser feita por um profissional, pois o uso de taping em cirurgias plásticas exige conhecimento da fisiologia, anatomia, bem como conhecer todas as aplicabilidades do material. Lembre-se também de que o produto tem que ser de qualidade e com registro na Anvisa.


Falar de pós-operatório sempre gera dúvidas, pois depende muito do organismo da pessoa e da forma que o paciente lida com o pós-operatório. Mas as técnicas utilizadas são as mesmas. Por isso, escute seu cirurgião e siga a risco as recomendações dele.


O momento de recuperação é crucial para uma cirurgia plástica perfeita.


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